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sexta-feira, 29 de maio de 2009

livros

e os livros encomendados hoje foram: carta a uma nação cristã, do sam harris - lembrei que tinha que ler esse livro porque hoje pedi uma carona. não fui de carro e resolvi "socializar" no trabalho. aí o cara perguntou se eu era "ateu". achei estranho porque eu sou mulher. eu não deveria ser "atéia"? aí ele me explicou que não existe variação de gênero quando não se acredita em deus. achei tão machista! de todo modo, achei uma boa maneira de ele puxar assunto. depois ficamos conversando sobre não acreditar em deus, o que é muito divertido. aí resolvi encomendar, claro que por um sebo online, outro passatempo divertido.

o outro livro, é o tal do dilema do onívoro, porque leio um blog sensacional sobre comida e acho que devo conhecer o autor. se eu gostar, vou ler o outro, em defesa da comida.

e ontem minha colega de trabalho me deus uma agulhadas que me fizeram dormir igual a uma bebê. chega eu babei e sonhei. foi legal. vou ter que me tratar mesmo. ela disse a energia do meu coração e pulmão estão baixas.

não gosto mais da minha outra turma, da antiga turma de trabalho, do outro trabalho, não desse que muda todo mês mesmo. quero ver dexter. sei lá, mandei um e-mail convidando a galera para beber, estava triste com uma doença na família e minha amiga fez uma piada. acho que não se faz piada com doenças. talvez ela não tenha perdido ninguém ou talvez eu me leve muito a sério. mas acho que ela perdeu a amiga, já que não sepode perder a piada. sou intolerante mesmo. ah, e as coisas na vida são assim.

é normal querer ver dexter o tempo todo?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

continuo sem ver ou ler algo novo. não terminei de ver a primeira temporada de in treatment e nem o livro do psicólogo. enquanto isso, minha psicóloga me acha madura. pensando bem, o traço de algo maduro na verdade é só um desencantamento geral com tudo e todos. nem começo algo com medo de não dar certo. pela primeira vez na vida eu saio, bebo e não me pego com ninguém. sei lá o que é isso.

como não comemorei o ano novo, resolvi beber todas na sexta, já emendando com um churrasco do trabalho no outro dia. na sexta foi demais. tive que me encontrar com pessoas constrangedoras e me comportar direitinho. outra vez, não fui madura, só não consigo me importar mais. aí rolou o charuto cubano (é, eu não fui para Cuba) que eu TRAGUEI. isso explica eu ter passado mal durante todo o dia de sábado. e no sábado. foi interessante o churrasco. umas garotas que tinham saído de um baile funk baixo nível, com barrigas e peitos explodindo (resumindo, não sou contra a vulgaridade, sou contra corpos feios sendo mostrados). depois eu descobri algo horrível, foi engraçado. fui paquerada, mas estou tão traumatizada com pessoas do trabalho, que só fiquei me sentindo lisonjeada mesmo e é para isso que servem os elogios.

vou daqui ao pouco ao médico, verificar a minha saúde para ter filhos. mas não vai ser agora porque não acho um pai interessante, não consigo me interessar por ninguém e já estou pensando em adotar embriões. e também, com esse meu salário, eu ficaria pobre tendo um filho sem um pai. outra coisa, um filho sem pai sofre mesmo? ele não poderia se sentir lisonjeado (de novo a palavra), por sua mãe ter sido moderna o suficiente? que onda. e não escondo mais isso de ninguém.

está perto mesmo de eu me mudar! que susto. me dá pregüiça de pensar nas coisas, nas arrumações, nas lembranças...vou sobreviver?

quanto ao homem interessante, seria tipo o meu ex-namorado rasta. não queria um pai almofadinha para o meu filho. de paty, já basta eu. quero valores diferentes, valores diferentes.