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segunda-feira, 15 de junho de 2009

eu queria saber porque quando uma mulher reclama de relacionamentos, alguns a julgam como se estivesse abstêmia de sexo. o que uma coisa tem a ver com a outra? aliás, aconteceu uma coisa estranha, apenas fui relatar sobre fantasmas do passado, que apareceram se eu pedir (ou talvez a idiota lei do segredo tenha chamado). por isso, eu deveria para de escrever emails e usar meus dedos para me mastubar. assim, eu não me masturbo simplesmente porque, isso na minha vida, pelo amor de deus, eu faço sexo! sexo é uma coisa, relacionamento é outra, falar de uma cara que mandou mensagens é outra e falar de uma menina que me mandou um depoimento me perguntando a respeito do meu ex-namorado, é outra!

fala sério!

tudo bem, para essas pessoas, eu não relato mais a minha vida. quem fala o que quer, escuta o que não quer. já entendi. é para isso que existem blogs.

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eu assisti dois filmes muito violentos esse fim de semana. revolver do guy ritchie e kill shot. sabe que eu estava precisando ver filmes violentos?

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cara, o livro carta a uma nação cristã é muito punk, até eu que não sou porra nenhum queria me defender do Sam Harris. mas o livro é perfeito na argumentação, que vou usar nas discussões de bar agora.

domingo, 17 de maio de 2009


"Minha Vida em Cor de Rosa, de Alain Berliner Ma Vie en Rose, Bélgica, França, Inglaterra, 1997, 88 min, cor, 14 anos
Drama comovente sobre um garoto que pensa que é uma garota - e age como tal. O que lhe parece absolutamente normal é completamente bizarro para as pessoas que o cercam. Entre as quais está a família, que não sabe exatamente como proceder diante do comportamento estranho do filho e da reação indignada dos vizinhos. Aos poucos, no entanto, a vizinhança, que lança olhares e palavras recriminadoras para o menino de comportamento incomum, parece aprender a conviver com seu jeito diferente. *Indicado ao Oscar como melhor filme estrangeiro"

Cara, que filme mais deprê!!!!!!!!! Batante educativo, pois apesar de todo o discurso prafrentex, o que você faria caso o seu filho de 7 anos (acho que é essa idade dele), pensasse que era uma menina? O filme é de pirar, fica todo mundo morrendo de pena do menininho! Fiquei desesperada e mal. Como é ruim ser diferente e ter que se adaptar ao mundo.

O que foi bom é que assisti no cinema e só foi dois reais. E fui com o meu amigo do trabalho, o único que eu consigo conversar. Pena que não trabalho mais com ele.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009


não me fale de concurso, por favor! saí do cursinho e quero viver vida que eu quero. cansei de estudar, cansei desse papo "tenho que ganhar mais" (até quando?). minha menstruação não desceu, meus planos podem dar certo. resolvi que gosto mais de ser solteira (isso porque cheguei no apartamento de um cara e achei muito gay ele ter um apartamento decorado demais. foi um motivo para dispensá-lo). mais uma vez, cheguei a conclusão que gosto de ser paquerada, da paquera, e não de ter um compromisso. mas busco um compromisso o tempo todo. é mais ou menos como aquela menina do filme que fica puta não porque não casou, mas porque ninguém quis casar com ela (antes do pôr-do-sol?).


assisti esse filme aí. só posso dizer que foi neurose pura. não sei se gostei ou não.
ah, e estou completamente cansada do papo das minha amigas. acho tudo infantil e sem sentido.
vou ali malhar.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009



Estou estudando a origem desse conflito todo, horrível, sendo que existem outros mais horríves. Não estou estudando porque não quero ser alienada e tenho que me infomar sobre as coisas que acontecem com o mundo. Felizmente, acho legal, mas não faria falta. E é tudo muito interessante.

É, comecei a estudar ou comecei a freqüentar as aulas. Deus meu, como sou pretenciosa e orgulhosa! Considero até o meu trabalho como um exercício de humildade.

E já estou começando a ficar sem tempo. Trabalhei o dia todo ontem e depois tive que fazer cursinho. E vai ser assim até meados de março. Sei que a população comum simplesmente trabalha todos os dias e estuda todos os dias para conseguir consumir mais. Mas eu sou totalmente a favor do ócio não produtivo. Outra coisa que me atrapalha é porque eu saio com uma mochila de viagem, praticamente, levando roupa e comida, porque sou extremamente fresca com comida.

Pelo menos no meu trabalho eu fiz uma amizade super legal. Mas ela tem o espírito libertário e não ficará lá por muito tempo. Tenho certeza que ela vai arrumar outra coisa para fazer rapidinho. Tipo eu, mas melhor. Meu limite para emprego é de dois anos, no máximo. E não é seguir uma carreira, como por exemplo, um professor que muda de escola a cada dois anos. Eu mudo de tarefa, de exercício, de tudo.

Ontem na aula eu fiquei admirando o professor. Acho tão lindo quem é professor (eu já fui professora). Mas quando é sobre história/geografia eu fico mais apaixonada ainda. É uma fala apaixonada, é uma sede pelo conhecimento. Lindo, lindo.

Pois bem, só espero não ficar irritada. Apesar de ter um tempo mais livre do que a maioria dos pobres mortais, eu gosto mesmo de ter esse tempo livre. Mas eu acabo fazendo coisas para preencher esse tempo. Ontem mesmo tive que assistir um episódio de In Treatment antes de dormir. Mas fiquei nervosa com a louça suja. Mas eu estava cansada, tenho que descansar porque o sono é o reparador da saúde.

E pretendo ir ao clube na sexta-feira. Esse clube é bem legal porque é alternativo. E claro, posso dar uma paquerada de leve. Ainda bem que a minha melhor amiga também tem um trabalho alternativo e poderá ir. É a minha companheira de academia, saídas e conversas sobre Whey Protein. E nos conhecemos desde a adolescência! Lindo isso também!

domingo, 11 de janeiro de 2009


Resolvi assisti depois que descobri que o filho dela é o Jayme Monjardim. Imagina! Que loucura! Eu perdi minha mãe quanto eu tinha 17 anos. Fiquei imaginando o diretor praticamente resconstruindo tudo. Uma das maiores loucuras imagináveis, uma pessoa reconstruir a vida da mãe.
Claro, baixo tudo e vejo no computador.
Ah. Coisa boa é ter um amigo. Não tenho amigos homens porque não acredito na amizade entre homens e mulheres. Tenho os meus colegas de trabalho, que não são amigos, são pessoas que eu conversao e vivo bem. Nem esse meu amigo que veio aqui em casa é meu amigo, com o significado exato da palavra. Nós só nos usamos. Ele é tipo um garoto de programa profissional que eu não preciso pagar. Nenhuma mulher precisaria pagar para ficar com ele, na verdade. Quando digo que ele é um michê, é porque aquela alma de michê, que fala que sou a mais gostosa que ele pega e tal (que vocabulário!). Mesmo que seja tipo uma vez por mês e olhe lá. Adoro essas mentiras sinceras, me diverto um bocado. Nessas horas eu acho ótimo ser solteira. Ele me chamou para ir à uma casa de sw*ng. Acredito que tenho que fazer tudo nessa vida, como um experimento científico de chegar a uma certa idade e não me arrepender de ter feito. Tipo fica vendo essa série da Maysa e não me escandalizar. Nunca fui numa casa dessas, apesar de já ter feito várias coisas loucas em vários locais malucos. Claro que vou fingir que sou a namorada dele e já fui informada que quase todos os casais, na verdade, mentem mesmo. Check list de coisas a fazer.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009



In Treatment é totalmente viciante. Eu tenho que estudar!!!!! Mas é bom, é intrigante, é demais.

Isso é que dá!

Problema do dia: acho que no mês passado, não lembro, saí um dia e o "ficante" de uma amiga deu em cima de mim. Foi um dilema moral e ético que me deixou maluca. Conto ou não conto? Fiquei com medo de contar e ficar parecendo muito egocêntrica, até porque, se eu não fiquei com ele, eu já havia cumprido a minha parte leal na amizade e eles não são namorados nem nada. Até que fui almoçar com ela e disse sinceramente que não gostava dele. Aí ela disse que ele também não gostava de mim porque um dia (no dia em que ele deu cima de mim), eu me posicionei politicamente contra os ideais dele. Fiquei atordoada. Me torturei a tarde toda. Que Filho Da Puta! Lembre de outro filho da puta que eu conheço que após ser dispensado, me mandou um e-mail dizendo para eu não procurá-lo mais porque a esposa dele tinha "perdoado tudo". Fiquei com raiva. Tomei coragem e liguei para ela. Contei tudo, até que tinha ficado feliz com o flerte, mas fiquei de cara com o fato do cara ficar falando mal de mim por um motivo esdrúxulo. Depois me senti aliviada, ela não se sentiu ameaçada (talvez eu ficasse) e disse que já conhecia a peça rara. Acabou me dando uns conselhos e tal porque estou surtando por motivos parecidos. Não desejo essa situação para ninguém.

E viva In Treatment.